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" O homem não teria alcançado o possível se, repetidas vezes, não tivesse tentando o impossível"
Max Weber
Emilio Ribas
 

Humanistas



As grandes (e positivas) transformações do mundo foram proporcionadas por homens com visão de futuro, humanidade e coragem para não desistir!
Neste canal, conheça um pouco suas histórias, desafios e conquistas, e especialmente lições de vida, que esperamos possam inspirar novas e profundas mudanças, muitas vezes aí perto de você!
Existem muitos outros personagens igualmente importantes a serem divulgados. Se quiser colaborar, fique à vontade na indicação.


Daisaku Ikeda Florence Nightingale Herbert José de Souza, o Betinho Madre Teresa de Calcutá
Mahatma Gandhi Martin Luther King Nelson Rolihlahla Mandela Rosa Parks
Wangari Maathai


Martin Luther King (1929-1968)

Uma vida pelos direitos civis sem distinção

“... Eu tenho um sonho que um dia minhas quatro crianças viverão em uma nação onde não serão julgadas pela cor de sua pele, mas sim pelo conteúdo de seu caráter."



Martin Luther King nasceu no dia 15 de janeiro de 1929, em Atlanta, estado da Geórgia (EUA). Filho primogênito de uma família de negros de classe média. Seu pai era pastor batista e sua mãe professora. Aos 19 anos tornou-se pastor batista. Mais tarde formou-se teólogo pelo Seminário de Crozer e cursou pós-graduação na Universidade de Boston, onde conheceu a estudante de música, Coretta Scott, com quem se casou.

Inspirado nas idéias de Gandhi, dedicou-se aos estudos filosóficos de protesto não violento.
Em 1954 tornou-se pastor da igreja batista de Montgomery, Alabama. Em 1955, como presidente da Associação de Melhoramentos de Montgomery, Luther King liderou um movimento de boicote ao transporte da cidade, que durou um ano, como protesto a um ato discriminatório a uma passageira negra. King teve sua casa bombardeada. O fato marcou o início de sua luta pelos direitos civis nos Estados Unidos.

Em 1957 Luther King ajudou a fundar e liderou a Conferência da Liderança Cristã no Sul (SCLC), organização de igrejas e sacerdotes negros, cujo objetivo era acabar com as leis de segregação por meio de manifestações e boicotes pacíficos. Vai a Índia em 1959 estudar mais sobre as formas de protesto pacífico de Gandhi.

No início dos anos 60, King liderou uma série de protestos em diversas cidades norte-americanas. Organizou manifestações contra a segregação racial em hotéis, restaurantes e locais públicos. Chegou a ser preso e acusado de causar desordem pública. Em 1963 realizou a "Marcha para Washington", pelos direitos civis no Alabama, além de outras campanhas a favor dos eleitores negros. O ato teve a participação de mais de 200 mil pessoas, em prol dos direitos civis de todos os cidadãos norte-americanos. Embora preso diversas vezes, a não-violência tornou-se sua maneira de demonstrar resistência. Neste mesmo ano liderou a histórica passeata em Washington onde proferiu seu famoso discurso "I have a dream" ("Eu tenho um sonho"). Em 1964 foi premiado com o Nobel da Paz.

Os movimentos continuaram. Em 1965 ele realizou uma nova marcha que teve como conseqüência a aprovação da Lei dos Direitos de Voto, que abolia o uso de exames que visavam impedir a população negra de votar. Em 1967, King uniu-se ao Movimento pela Paz no Vietnam, o que causou um impacto negativo entre os negros. Outros líderes não concordaram com esta mudança de prioridades dos direitos civis para o movimento pela paz.
Em 4 de abril de 1968, King foi baleado e morto em Memphis, Tenessee, por um branco que foi preso e condenado a 99 anos de prisão. Desde 1983, a terceira segunda-feira do mês de janeiro é considerada feriado nacional nos Estados Unidos em homenagem ao aniversário de Martin Luther King Jr.'s.

Mais frases:

"O que me preocupa não é o grito dos violentos. É o silêncio dos bons."


"Ele lutou com todas as forças para salvar a sociedade de si mesma".
D. Coretta, esposa de Martin Luther King Jr.



































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