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" Para que um grande sonho se torne realidade, você precisa primeiro de um grande sonho"
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Emilio Ribas
 

Humanistas



As grandes (e positivas) transformações do mundo foram proporcionadas por homens com visão de futuro, humanidade e coragem para não desistir!
Neste canal, conheça um pouco suas histórias, desafios e conquistas, e especialmente lições de vida, que esperamos possam inspirar novas e profundas mudanças, muitas vezes aí perto de você!
Existem muitos outros personagens igualmente importantes a serem divulgados. Se quiser colaborar, fique à vontade na indicação.


Daisaku Ikeda Florence Nightingale Herbert José de Souza, o Betinho Madre Teresa de Calcutá
Mahatma Gandhi Martin Luther King Nelson Rolihlahla Mandela Rosa Parks
Wangari Maathai


Guerreiro incansável pela liberdade

"A derrubada da opressão foi sancionada pela humanidade, e é a maior aspiração de cada homem livre."




Nascido em 18 de julho de 1918, em Ounu, África, Nelson Mandela é advogado, ex-líder rebelde e ex-presidente da África do sul de 1994 a 1999. É o principal representante do movimento anti-apartheid na África do Sul.
Desde jovem, quando estudava direito, se envolveu na oposição ao regime político que negava aos negros, maioria da população, seus direitos políticos, sociais e econômicos.Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942. Dois anos depois fundou com Walter Sisulu e Oliver Tambo a organização Liga Jovem do CNA. Após a vitória do Partido Nacional, apoiadores da política de segregação racial, na eleição de 1948, Mandela tornou-se ativo no Congresso. Em 1955, participou do Congresso do Povo e divulgou a carta da Liberdade, programa fundamental para a causa anti-apartheid.

Em princípio adepto de atos não violentos, Mandela e seus colegas recorreram às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul africana atirou em manifestantes negros desarmados, matando 69 pessoas e ferindo cerca de 180.

Em 1961 tornou-se comandante do braço armado do CNA, chamado “Umkhonto we Sizwe”, Lança da Nação, conhecido como MK. Coordenoou campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo, com planos de guerrilha, caso a sabotagem não resultasse no fim do apartheid. Viajou para coletar fundos para o MK e criou condições para atuação paramilitar do grupo. Em 1962, Mandela foi preso e sentenciado a 5 anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964, foi sentenciado a prisão perpétua, apesar de escapar de uma pena de enforcamento, por planejar ações armadas e conspiração para ajudar outros países a invadir a África do Sul.

Preso durante vinte e seis anos, Mandela seguiu firme na luta anti-apartheid, tornando-se bandeira de todas as campanhas e grupos anti-apartheid ao redor do mundo, com o clamor “Libertem Nelson Mandela”. Em 1985, houve uma tentativa frustrada de liberdade condicional. Mandela só foi solto em fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional resultaram na ordem do presidente Frederik Willem de Klerk
Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da Paz em 1993.

De 1991 a 1997, Mandela presidiu o CNA e tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul (maio de 1994 a junho de 1999). Ao comandar a transição dos regimes de governo, ganhou respeito internacional. Seu governo foi criticado pela ineficácia em conter a crise de disseminação da AIDS e outras decisões políticas. Após o fim de seu mandato, dedicou-se à causa de organizações sociais e de direitos humanos.Casou-se três vezes.

A primeira esposa foi Evelyn Ntoko Mase; a segunda, Winie Madikizela e, em seu 80° aniversário, com Graça Machel, viúva de Samora Machel, ex-presidente de Moçambique.

Recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da Rainha Isabel II e a Medalha Presidencial da Liberdade, de George W. Bush. Recebeu também a distinção mais alta da Índia, uma das duas únicas pessoas de origem não indiana a receber o Bharat Ratna. A outra pessoa foi Madre Teresa de Calcutá. Em 2001 tornou-se cidadão honorário do Canadá, outorgado com a Ordem do Canadá. Em 2006 foi premiado pela Anistia Internacional com o prêmio Embaixador da Consciência, em reconhecimento à liderança na luta pela proteção e promoção dos direitos humanos.



































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